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Flamengo usa pausa da Copa do Mundo para planejar janela do segundo semestre com foco em jovens sul-americanos

Investimento deve ser comedido após o alto gasto com Paquetá; centroavante, meia, lateral esquerdo e volante são as posições no radar rubro-negro

Por Redação O Flamenguista03 de junho de 2026
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O Flamengo aproveita o período de pausa para a Copa do Mundo para definir o planejamento de reforços da janela de transferências do segundo semestre de 2026. O momento de recesso das competições vira oportunidade para a cúpula do clube traçar o caminho a seguir no mercado.

Investimento limitado pelo caixa

Na avaliação do ge, o desembolso na próxima janela não deve ser significativo. O motivo está no alto gasto já realizado no início do ano — com destaque para a contratação de Paquetá — combinado à ausência de uma venda expressiva que recompusesse o caixa do clube.

Perfil e posições prioritárias

Ainda segundo o ge, o Flamengo mirará atletas jovens, preferencialmente com menos de 26 anos e oriundos do mercado sul-americano. O clube teria três pilares como critério de seleção: qualidade técnica, velocidade e saúde física.

As posições apontadas pelo ge como prioritárias são um centroavante para disputar espaço com Pedro, um meia para atuar como reserva de Arrascaeta, além de reforços nas funções de lateral esquerdo e volante.

O técnico Leonardo Jardim deixou claro o norte da busca por reforços em entrevista concedida no sábado: "Vamos reforçar a equipe com mais qualidade. Não vamos trocar por trocar. Vamos trazer jogadores que consigam acrescentar. De resto, temos que ver posição por posição e colocar mais qualidade."

Possíveis saídas

Do lado das saídas, o ge aponta que o clube avalia o desligamento de Everton Cebolinha — cujo contrato não deve ser renovado em dezembro —, além de Wallace Yan e Luiz Araújo. Já uma possível saída de Carrascal seria considerada mais difícil, dado o investimento realizado: o Flamengo desembolsou 12 milhões de euros (cerca de R$ 77 milhões) pelo colombiano no ano passado. Também no capítulo de ativos, a multa rescisória de Pulgar foi reduzida para 4 milhões de dólares, o equivalente a aproximadamente R$ 20 milhões na cotação atual.

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